Tratamentos Especializados

Cirurgia Ortognática em São Paulo

Correção de desproporções da maxila e mandíbula com planejamento virtual 3D, técnica intraoral e acompanhamento direto do cirurgião.

O que é

Reposicionamento ósseo para equilíbrio entre função e estética facial

Cirurgia ortognática é o procedimento que reposiciona os ossos da face (maxila, mandíbula e, quando necessário, o mento) para corrigir desproporções esqueléticas que comprometem a mordida, a respiração e a estética facial. É uma cirurgia dos maxilares, realizada exclusivamente por cirurgião bucomaxilofacial, em ambiente hospitalar e sob anestesia geral.

Aparelho corrige dentes, cirurgia corrige ossos. O aparelho ortodôntico move os dentes dentro do osso, mas não altera a posição dos ossos da face. Quando o problema é esquelético, como uma mandíbula curta, uma maxila retraída ou uma assimetria, apenas a cirurgia ortognática consegue colocar as bases ósseas no lugar correto. A ortodontia trabalha em conjunto, antes e depois da cirurgia, para alinhar os dentes em cada arcada.

Cirurgia Ortognática em São Paulo - Dr. Caio Nogueira

Tecnologia

Planejamento virtual 3D

Quando é necessária

Principais indicações da cirurgia

A avaliação clínica detalhada identifica os casos onde o reposicionamento ósseo é fundamental para a saúde e bem-estar do paciente.

01

Mordida aberta anterior

Os dentes da frente não se tocam mesmo quando você fecha a boca, dificultando morder alimentos como pizza ou sanduíche.

02

Prognatismo (queixo projetado)

Mandíbula avançada em relação à maxila (Classe III). Os dentes inferiores ficam à frente dos superiores.

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Retrognatismo (queixo retraído)

Mandíbula recuada (Classe II). Sensação de "queixo fugido", perfil convexo e, frequentemente, ronco e apneia.

04

Assimetria facial

Um lado da face é visivelmente diferente do outro, com desvio de queixo ou mordida torta.

05

Face longa ou face curta

Sorriso gengival excessivo, lábios que não fecham em repouso ou terço inferior comprimido.

06

Apneia obstrutiva do sono

Quando a anatomia esquelética da face contribui para a obstrução das vias aéreas durante o sono.

Nosso Diferencial

Precisão absoluta com Planejamento Virtual

Utilizamos softwares de última geração para simular cada movimento ósseo antes mesmo de entrar no centro cirúrgico, aumentando previsibilidade e segurança.

Escaneamento Intraoral

Tomografia Computadorizada

Biossegurança Hospitalar

Equipe Multidisciplinar

Como funciona

O processo completo, etapa por etapa

O tratamento completo dura, em média, de 18 a 24 meses. Não é a cirurgia em si que leva todo esse tempo, são as etapas de preparo e finalização que garantem um resultado funcional e estável a longo prazo.

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Avaliação inicial

Consulta com o Dr. Caio Nogueira para análise facial, exame intraoral, fotografias e solicitação de exames (tomografia, escaneamento facial e modelos digitais). É nessa etapa que se confirma a indicação cirúrgica.

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Planejamento virtual 3D

Os exames são integrados em software 3D para simular os movimentos ósseos. O paciente visualiza o resultado esperado antes de qualquer decisão. A partir do plano, são produzidos guias cirúrgicos individualizados.

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Ortodontia pré-operatória

Em parceria com o ortodontista do paciente, os dentes são alinhados em cada arcada para que, após o reposicionamento ósseo, a oclusão encaixe corretamente. Essa fase dura, em média, de 12 a 18 meses.

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Cirurgia

Realizada em hospital de referência em São Paulo, sob anestesia geral, por acessos exclusivamente intraorais, e sem cicatrizes externas. Internação curta, geralmente de 1 a 2 noites.

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Pós-operatório imediato

Primeiras 6 semanas de adaptação à nova oclusão, com acompanhamento próximo do cirurgião. Retorno gradual à dieta, à rotina e às atividades.

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Ortodontia final e contenção

Ajustes finos na oclusão pelo ortodontista, geralmente nos 6 a 12 meses após a cirurgia. Em seguida, contenção para manter o resultado.

Pós-operatório

Como é a recuperação?

A tecnologia atual permite um pós-operatório muito mais confortável do que antigamente. Na Oris, você terá acompanhamento próximo em cada fase.

Primeiras 48h: repouso absoluto e dieta líquida
15 dias: retomada gradual de atividades leves
30 dias: início da transição para dieta pastosa
90 dias: liberação para atividades físicas intensas

Segurança Oris

Nossa equipe fornece um guia completo de cuidados e suporte direto via canal de urgência para sua tranquilidade.

Dúvidas Frequentes

Tire suas principais dúvidas sobre a cirurgia ortognática.

Sim, em hospitais universitários e centros de referência habilitados, mediante indicação clínica documentada. As filas costumam ser longas. Na rede privada, a cirurgia ortognática é reconhecida pela ANS e tem cobertura obrigatória pelos planos de saúde sempre que houver indicação funcional.

O ideal é aguardar o término do crescimento facial, em média 16 anos para mulheres e 18 anos para homens. Em adultos, não há limite superior de idade, desde que haja boa saúde geral. A avaliação considera maturidade óssea, exames e histórico clínico.

A cirurgia é feita sob anestesia geral, então não há dor durante o procedimento. No pós-operatório, a queixa mais comum não é dor intensa, mas inchaço e desconforto. O controle é feito com medicação prescrita e a maior parte dos pacientes relata dor leve a moderada nos primeiros dias.

Sim, na maioria dos casos. O preparo ortodôntico alinha os dentes em cada arcada para que, após o reposicionamento ósseo, a mordida encaixe corretamente. Em casos selecionados é possível operar antes do aparelho (técnica ‘surgery first’), avaliada pelo Dr. Caio em conjunto com seu ortodontista.

O pico do edema ocorre entre o 3º e o 5º dia. A maior parte do inchaço regride nas primeiras 3 semanas. Resíduos sutis podem permanecer até 3 a 6 meses, quando o resultado estético definitivo se estabelece.

Para trabalhos remotos e atividades administrativas leves, o retorno costuma ocorrer entre 10 e 14 dias. Atividades presenciais, com exposição pública ou esforço físico, geralmente exigem 3 a 4 semanas. Esportes de impacto são liberados após 8 a 12 semanas.

Sim. A fixação é feita com placas e parafusos de titânio que consolidam o novo posicionamento ósseo de forma definitiva. A estabilidade a longo prazo depende também da finalização ortodôntica e do uso de contenção, conforme orientação do ortodontista.

Existe alteração transitória de sensibilidade no lábio inferior e queixo na maior parte das osteotomias mandibulares, que se recupera ao longo de meses. Alterações permanentes são raras e o risco é minimizado com técnica cirúrgica criteriosa, planejamento 3D e experiência do cirurgião.

Agende sua avaliação com o Dr. Caio Nogueira

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